No mercado brasileiro de desenvolvimento humano, poucos nomes conseguiram atravessar, ao mesmo tempo, o universo empresarial, o entretenimento, a comunicação e a formação de lideranças. É nessa zona de influência ampliada que José Roberto Marques passou a ocupar espaço. Fundador do Instituto Brasileiro de Coaching, ele se tornou uma referência em um ecossistema que já alcançou milhões de pessoas e que, ao longo dos anos, passou por trajetórias públicas de perfis distintos, como Joel Jota, Walcyr Carrasco e Natália Guimarães.
A leitura mais interessante sobre esse percurso talvez não esteja apenas na lista de nomes associados ao seu trabalho, mas no tipo de influência que ela revela. Em vez de se projetar apenas como personagem central de um mercado altamente personalista, José consolidou sua imagem como formador de formadores, alguém cuja presença aparece menos na dependência e mais na multiplicação. Num ambiente em que o prestígio costuma ser medido por audiência e exposição, sua tese caminha em outra direção: o verdadeiro mentor não cria seguidores, mas cria líderes capazes de produzir impacto próprio.
“Eu não formo seguidores. Eu formo líderes. O maior orgulho que tenho não é ter milhões de formados, é ver que muitos deles se tornaram referência nos seus próprios campos. Isso é o que define um mentor: criar pessoas que não precisam mais de você.”
A força dessa narrativa encontra respaldo no momento atual do mercado de trabalho. O relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, mostra que inteligência emocional, escuta ativa, empatia, liderança e aprendizagem contínua estão entre as competências mais valorizadas pelas empresas. Na mesma direção, a Gallup registrou queda no engajamento global em 2024 e apontou a deterioração entre gestores como um dos sinais mais claros da fragilidade atual da liderança. Em outras palavras, cresce o valor de quem não apenas performa, mas desenvolve outras pessoas para performar também.
É nesse ponto que a ideia de “mentor dos mentores” ganha densidade. José Roberto Marques construiu ao longo de mais de quatro décadas no campo do desenvolvimento humano, em uma operação que alcançou escala rara no setor, com mais de 6 milhões de pessoas treinadas, presença em mais de 40 países, mais de 140 mil alunos formados e 110 livros publicados com mais de 15 milhões de vendas.. Mais do que escala, esse percurso sugere um efeito de capilaridade raro: alunos que se tornam influenciadores, comunicadores, empresários, executivos e novos agentes de formação.
O caso de Joel Jota ajuda a ilustrar essa conexão. Em 2025, o próprio Joel recebeu José Roberto Marques no Jota Jota Podcast, em um episódio centrado em propósito, transformação pessoal e construção de negócios, movimento que reforça a interlocução entre dois nomes fortes do desenvolvimento humano no país. Já no campo do entretenimento, a presença do IBC e de José Roberto Marques chegou a aparecer em horário nobre na Globo, em O Outro Lado do Paraíso, novela de Walcyr Carrasco, quando uma personagem menciona diretamente sua formação ligada ao instituto.
Esse trânsito entre áreas distintas ajuda a explicar por que sua trajetória ultrapassa o nicho do coaching. Ao formar pessoas que depois se tornam referência em seus próprios segmentos, José Roberto Marques passou a ocupar uma posição menos visível, mas potencialmente mais relevante: a de agente de bastidor na formação de narrativas públicas, lideranças e repertórios de alta performance.
“As pessoas me perguntam qual é o segredo do IBC. Não existe segredo. Existe método, ciência e dedicação. Tudo o que construímos nasce de décadas de estudo e prática com milhões de pessoas.” Destaca, José Roberto Marques.
No Brasil de hoje, essa discussão ganha peso extra. A liderança contemporânea vem sendo cobrada não apenas por capacidade técnica ou resultados de curto prazo, mas por repertório emocional, escuta, influência e habilidade de formar equipes mais maduras. Nesse cenário, a autoridade deixa de estar apenas em quem ocupa o palco e passa a se distribuir também entre aqueles que ajudam a formar quem estará nele amanhã.
É essa lógica que sustenta a construção de José Roberto Marques como “mentor dos mentores”. Não porque seu nome precise aparecer acima dos demais, mas porque sua atuação se projeta justamente no êxito de outras trajetórias. Num mercado saturado de protagonistas, esse talvez seja o sinal mais raro de influência.
“Meu legado não são os prêmios. São as pessoas. Cada vida transformada é o verdadeiro indicador de sucesso.”

