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Funcionários do SAMU relatam atrasos salariais e consórcio cita falta de repasses de municípios
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Por Entre Cidades
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Parte dos funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU 192) no Noroeste Fluminense relata atrasos no recebimento de seus salários. A situação é atribuída pelo Consórcio Público Multifinalitário do Noroeste Fluminense (Conspnor), responsável pela gestão da unidade na região, a dificuldades no fluxo de caixa decorrentes da inadimplência de algumas prefeituras e da ausência de repasses estaduais previstos para este ano. As informações são da Rádio Natividade FM.O consórcio esclareceu que a regularidade dos vencimentos depende diretamente da cota de custeio enviada pelos municípios conveniados. Até o momento, apenas Natividade, Varre-Sai e Porciúncula, que regularizou os débitos nesta quarta-feira, encontram-se com os pagamentos de seus colaboradores em dia. As demais cidades que compõem o consórcio ainda apresentam pendências financeiras com o órgão.Mesmo com o impasse sobre os salários, que ultrapassou o prazo legal do quinto dia útil, o atendimento do SAMU 192 permanece operando 24 horas por dia em toda a região. A continuidade do serviço é garantida pela atuação dos profissionais que permanecem em seus postos de trabalho.Em nota assinada pelo secretário executivo do Conspnor, Evaldo Lomeu Braga Netto, a direção do consórcio informou que já está adotando medidas administrativas e jurídicas para cobrar os entes municipais devedores. A expectativa da entidade é que a situação financeira seja normalizada até o dia 10 de julho, permitindo a quitação dos salários restantes.PUBLICIDADE
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