Segundo informações divulgadas pelo portal g1, a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) projeta que o mercado brasileiro deve registrar crescimento de 2% em 2026, favorecido pela expectativa de queda dos juros, maior oferta de crédito imobiliário e aumento dos investimentos em infraestrutura. Nesse cenário, cresce também a busca pela locação de máquinas e equipamentos para construção civil.
Um levantamento do Sebrae aponta que o setor cresceu 58,1% nos últimos cinco anos em Alagoas, impulsionado pela intensificação de obras residenciais e comerciais, especialmente no litoral sul do estado.
Já a Associação Brasileira das Empresas de Locação de Equipamentos Construtivos (ALEC) estima que o setor de locação deve faturar R$ 52,9 bilhões em 2026, com crescimento de 7% em relação ao ano anterior. O Nordeste responde por 15% desse mercado e figura entre as regiões com maior potencial de expansão.
De acordo com Erick Souza, gerente geral da Veloc, empresa que fornece locação de equipamentos para construção, o ciclo de crescimento da construção civil em Alagoas tem sido consistente devido à chegada de empreendimentos de alto padrão, redes hoteleiras e novos loteamentos. “Ao mesmo tempo, o Minha Casa, Minha Vida seguiu gerando obras no interior e nas periferias da capital”, afirma.
“Esses dois movimentos juntos criaram uma demanda contínua e crescente por equipamentos. E os construtores têm entendido que locar é mais inteligente do que comprar, já que o movimento não imobiliza capital, não gera custo de manutenção e permite acesso a equipamentos modernos e inspecionados”, acrescenta.
Veloc aposta em Marechal Deodoro para atender diferentes demandas
Acompanhando o crescimento das obras e empreendimentos imobiliários em Alagoas, a Veloc, considerada uma das maiores locadoras de equipamentos do estado, escolheu a cidade de Marechal Deodoro para a instalação da maior unidade da empresa, com cerca de 2.000 m² de estrutura. Segundo Erick Souza, a decisão foi estratégica diante do fortalecimento do mercado.
“Quando analisamos o movimento de obras na região – os loteamentos fechados, os empreendimentos turísticos, a proximidade com a Praia do Francês e a expansão industrial da cidade – ficou evidente que o litoral sul precisava de uma estrutura de locação que ainda não existia. Construímos uma unidade de 2.000 m² para poder manter um portfólio amplo e disponível, com logística de entrega e retirada sem depender de transferências de outras unidades”, explica o gerente.
A unidade oferece soluções para diferentes perfis de clientes, como ferramentas manuais e elétricas para o pequeno reformador e equipamentos de médio e grande porte para obras estruturais, como escoras metálicas, andaimes, compactadores, betoneiras, marteletes demolidores, geradores e equipamentos de compactação de solo.
“O tamanho da estrutura nos permite ter tudo isso disponível ao mesmo tempo, sem que o cliente precise aguardar ou buscar em outra unidade. É uma funcionalidade concreta para quem precisa de agilidade no canteiro — e quem trabalha em obra sabe que tempo perdido é dinheiro perdido”, observa.
Erick Souza afirma que os condomínios fechados e os loteamentos residenciais de médio e alto padrão no litoral sul têm puxado a maior parte da demanda. “Há muita obra de infraestrutura interna de loteamento que exige equipamentos que ninguém quer comprar para usar por três ou quatro meses. A locação pode resolver isso com eficiência. Outro segmento que cresceu bastante é o de reformas em imóveis de veraneio, modernizados para aluguel por temporada. Há também as obras de infraestrutura turística, impulsionadas principalmente pelo crescimento deste setor na região”, afirma.
O executivo avalia que a digitalização do processo de locação, a evolução dos equipamentos e o acompanhamento técnico como parte do serviço devem se tornar tendência no mercado para os próximos anos.
“As empresas que oferecem atendimento online permitem reservar, verificar disponibilidade e contratar sem precisar ir até a loja, além de ferramentas sem fio alimentadas por bateria de alta performance, equipamentos com menor impacto ambiental e consumo energético reduzido, devem se destacar no mercado”, observa.
Nesse contexto, a Veloc pretende continuar expandindo sua presença em Alagoas com monitoramento constante das obras e dos novos empreendimentos da região. “Quando identificamos uma oportunidade concreta de atender bem a uma demanda, avançamos. Nosso objetivo é ser a referência em locação de equipamentos em todo o estado, e a expansão contínua faz parte da estratégia”, conclui Erick Souza.
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