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Cuidados estéticos crescem com novos perfis de pacientes

Procedimentos capilares, cuidados com a pele e tratamentos estéticos ganham espaço em abordagens voltadas à autoestima e bem-estar. Dra. Juliane Viana, médica com atuação em dermatologia e restauração capilar, comenta sobre os avanços e tendências da área

Entre Cidades
Por Entre Cidades
Cuidados estéticos crescem com novos perfis de pacientes
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A busca por procedimentos estéticos menos invasivos e tratamentos voltados à saúde da pele e dos cabelos tem crescido no Brasil, acompanhando uma demanda cada vez maior por cuidados relacionados à autoestima, imagem pessoal e bem-estar. Clínicas especializadas vêm ampliando seus serviços para oferecer atendimentos integrados, reunindo desde terapias capilares até procedimentos estéticos corporais e faciais.

De acordo com dados do Censo de Práticas da International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS), divulgados no site da Associação Brasileira de Cirurgia da Restauração Capilar (ABCRC), 95% dos pacientes submetidos a transplante capilar em 2024 tinham entre 20 e 35 anos.

No Brasil, de acordo com dados de pesquisa divulgada no site da revista Veja, a procura pela blefaroplastia registrou crescimento em todo o país em 2025. Na região Sudeste, segundo o levantamento, o número de procedimentos aumentou 115% entre 2024 e 2025, colocando a região na liderança do ranking nacional.

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Números da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS) trazem um panorama também sobre procedimentos menos invasivos e não cirúrgicos, como os injetáveis, que somam mais de 770 mil realizados no Brasil em 2024.

Médica com atuação em medicina capilar e dermatologia cirúrgica, a Dra. Juliane Viana afirma que, atualmente, essas áreas ocupam um espaço estratégico no mercado estético, ao reunirem diagnóstico médico, tratamento individualizado e naturalidade nos resultados, três fatores cada vez mais valorizados pelos pacientes.

Segundo ela, a procura pelos procedimentos não se limita à melhora da aparência. Há também uma demanda crescente por tratamentos que identifiquem as causas das alterações, preservem a saúde da pele e dos cabelos e proporcionem resultados consistentes e seguros.

“Na área capilar, por exemplo, vemos um crescimento importante tanto da procura cirúrgica quanto da não cirúrgica. Os homens ainda representam a maior parte dos procedimentos cirúrgicos capilares, mas houve aumento de pacientes mulheres, e mais da metade dos pacientes cirúrgicos de ambos os sexos ficou na faixa dos 30 aos 49 anos”, detalha.

De acordo com a profissional, nos tratamentos não cirúrgicos, a participação feminina é ainda mais expressiva. Atualmente, conforme salienta a Dra. Juliane Viana, o paciente é alguém que valoriza a autoestima, a performance social e profissional, a prevenção do envelhecimento e a busca por soluções com respaldo médico.

“Na prática, isso inclui desde homens com queixa de rarefação capilar e calvície em fase inicial até mulheres com afinamento, eflúvio crônico, alopecias cicatriciais ou demanda por rejuvenescimento facial sutil”, observa.

Na análise da Dra. Juliane Viana, a blefaroplastia continua sendo um dos procedimentos faciais mais procurados, por exemplo, pois a região dos olhos pode comunicar cansaço, envelhecimento e até mesmo uma imagem de tristeza.

Na blefaroplastia, explica a médica, segurança e naturalidade dependem de boa indicação, avaliação de flacidez, bolsas, posição da sobrancelha, qualidade cutânea e função palpebral. “Já na lobuloplastia, apesar de ser um procedimento aparentemente simples, o resultado bonito depende de desenho, simetria, espessura do lóbulo e planejamento da cicatriz”, informa.

Dermatologia capilar avança com diagnóstico e tecnologia

Para os próximos anos, a Dra. Juliane Viana acredita que a tendência é de avanço contínuo da dermatologia e da medicina capilar, com protocolos cada vez mais guiados por diagnóstico preciso, tricoscopia avançada, documentação padronizada, combinação de terapias e planejamento de longo prazo.

Na área capilar, a especialista destaca mudanças na medicina regenerativa, o uso de exossomos e terapias celulares, o refinamento dos procedimentos minimamente invasivos e uma maior integração entre tratamento clínico e cirúrgico.

“Também vejo uma valorização crescente da naturalidade. E isso favorece diretamente a dermatologia cirúrgica e capilar feita com critério, técnica e visão global do paciente”, acrescenta.

Cresce a procura por tratamentos capilares personalizados

O transplante capilar, segundo a Dra. Juliane Viana continua sendo um procedimento muito procurado e segue como a principal solução definitiva para a redistribuição de unidades foliculares. No entanto, a médica ressalta que a restauração capilar moderna não se limita à cirurgia, já que abordagens combinadas e personalizadas têm ganhado cada vez mais espaço nos tratamentos.

“Hoje falamos em manejo integrado com terapias clínicas, bioestimulação, controle inflamatório, laser de baixa intensidade, microagulhamento e manejo do couro cabeludo como parte do ecossistema do fio. Revisões recentes apontam que PRP (Plasma Rico em Plaquetas) e LLLT (Terapia de Laser de Baixa Intensidade) apresentam resultados encorajadores, embora ainda exista necessidade de maior padronização dos protocolos”, acentua.

Ainda de acordo com a Dra. Juliane Viana, o paciente atual não procura apenas um transplante, mas um plano completo que preserve o cabelo nativo, trate a causa da perda e mantenha o resultado ao longo do tempo. “É exatamente aí que a medicina capilar se diferencia”, pontua.

Diante desse cenário, a médica faz uma ponderação: a indicação do transplante capilar começa com o diagnóstico etiológico e a avaliação da estabilidade da perda capilar. De acordo com a Dra. Juliane Viana, é fundamental compreender se o quadro se trata de alopecia androgenética isolada, eflúvio associado, alopecia cicatricial, alteração inflamatória ativa ou até mesmo de uma expectativa incompatível com a realidade anatômica do paciente.

“Os principais critérios que considero são: padrão da alopecia, grau de progressão, idade, histórico familiar, calibre dos fios, contraste fio-pele, qualidade e densidade da área doadora, presença de miniaturização difusa e possibilidade real de cobertura estética”, conclui.

Além disso, a consulta precisa alinhar prognóstico e expectativas. Em muitos casos, a primeira abordagem é controlar a queda, tratar processos inflamatórios e estabilizar a alopecia para, então, avaliar a possibilidade de cirurgia.

Para saber mais, basta acessar: https://drajulianeviana.com.br/



Website: https://drajulianeviana.com.br/
FONTE/CRÉDITOS: DINO
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