Aguarde, carregando...

Deus Seja Louvado!
CAMPOS DOS GOYTACAZES WEATHER

Bom Jesus do Itabapoana

PALESTRA: ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL

DENUNCIE: Disque 100 - Disque Conselho Tutelar 22- 999.260038

Entre Cidades
Por Entre Cidades
PALESTRA: ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL
IMPRIMIR
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.


Aconteceu na manhã de hoje (20) a Palestra com a Ilma. Luciana Oliveira, Bacharel em Teologia, licenciada em filosofia, psicanalista clinica, graduada em Psicologia e Pós graduada em psicossomática, O evento marcou uma das importantes Ações do Conselho Tutelar de Italva-RJ, que juntamente com a Secretaria Municipal de Assistencia Social, CREAS  e CRAS,  se uniram em prol  ao COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO  SEXUAL DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES  EM NOSSO MUNICÍPIO.

 

Publicidade

Leia Também:

O público presente formado em sua grande maioria por alunos da rede estadual de ensino (alunos do Colégio João Guimarães e CIEP - 141 - Vereador Said Tanus José) ouviram atentamente  os assuntos abordados pela palestrante; ao final os alunos disseram  ter sido bastante proveitoso  as orientações recebidas.


DO TEMA: ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL 

Cada dia, novos casos de abuso e violência sexual são descobertos e denunciados. Alguns, com maior impacto social, são veiculados repetidamente nos telejornais, nos impressos e na mídia eletrônica e alimentam discussões nos mais diversos contextos.

apresentou a prevalência internacional do abuso sexual, comparando os dados recentes ao clássico estudo de Finkelhor (1994). Segundo os autores, parece haver um padrão mais ou menos constante de vitimização, através dos anos, que situa-se em 10% para os homens e entre 10 e 20% para mulheres. Pereda, Guilera, Forns e Gómez-Benito (2009) investigaram 38 estudos de 21 países e concluíram que o abuso sexual permanece um problema generalizado e que merece atenção da sociedade e dos governos para atuar em termos de prevenção.

Ao redor do mundo, as notícias que chegam dos países da África são aquelas que mais chocam. Na República Democrática do Congo, a violência sexual é uma estratégia de guerra, que busca dominar a comunidade e humilhar a família, quebrando os vínculos que a unem. A mulher é violentada na frente de toda a comunidade, trazendo vergonha, medo e exclusão. Seus agressores são múltiplos e usam armas de fogo e cortantes nos genitais da vítima, levando a necessidade de cirurgias e tratamentos médicos. Estes homens não são punidos e causam um mal que é psicológico, físico, social e também econômico (International Committee of Red Cross[ICRC] 2006).

No Brasil, ainda que a violência sexual não tenha esse caráter, até porque somos uma nação teoricamente em situação de paz, as estatísticas não param de demonstrar um constante e vertiginoso aumento.

A Secretaria Especial dos Direitos Humanos divulgou dados referentes ao período de maio de 2003 a maio de 2004, que incluíam mais de 17.000 denúncias.

Destas, aproximadamente 5.000 eram denúncias de abuso sexual e aproximadamente 4.000 de exploração sexual, ou seja 28,7% das denúncias são referentes a abuso sexual, enquanto 27,8% a exploração sexual e 45% a outras formas de violência contra crianças e adolescentes (Secretaria Especial dos Direitos Humanos, 2007).

Entretanto, a já sabida estatística de que a maior parte dos casos acontece dentro de casa, perpetrado por pais e padrastos em primeiro lugar, permanece sendo a mais freqüente forma de violência sexual 

A nova lei federal 12.003 de 29 de julho de 2009 cria um número exclusivo para os Conselhos Tutelares. Em conjunto com o Disque Denúncia Nacional - o Disque 100, essa nova estratégia certamente possibilitará um aumento no número de denúncias e a conseqüente maior atenção aos casos de violência.

Para dar conta de um problema tão grave e complexo como o abuso sexual, há a necessidade de uma rede articulada de serviços e programas, que possa oferecer suporte adequado às vítimas e suas famílias.

As intervenções primárias, apesar de ter reconhecida sua importância, parecem distantes da nossa realidade. Esse trabalho procura abordar estratégias de prevenção do abuso sexual, numa proposta que englobará os seguintes contextos: (a) a escola; (b) a comunidade; e (c) a família.

 

Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR