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Coluna - Entre Cidades

A NECESSIDADE DE ATENÇÃO À ATENÇÃO BÁSICA DA SAÚDE

Falando de Saúde

Entre Cidades
Por Entre Cidades
A NECESSIDADE DE ATENÇÃO À ATENÇÃO BÁSICA DA SAÚDE
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Por: Ângela Campos Braga – Advogada, Secretária de Saúde de Cardoso Moreira e Mestranda em Planejamento Regional e Gestão de Cidades
 
Já falamos em outra oportunidade sobre a promoção de saúde, mas não podemos esquecer da necessidade de se dar atenção a saúde básica, proposta que visa atender de perto a população, proporcionando a prevenção de doenças e orientando sobre princípios básicos de cuidado.
Por muitas vezes, não damos a devida importância aos agentes comunitários, que são os primeiros a ter contato com, muitas vezes, pessoas isoladas, dos grandes recursos de saúde, como hospitais, exames em clinicas e etc.
Aos agentes cabe não só a árdua tarefa de catalogar, mas a primorosa relação com a comunidade, desenvolvendo e identificando possíveis mecanismos para que aquela pessoa ou família possa se cuidar, prevenindo e evitando apenas o contato com a rede SUS em casos extremos, onde por muitas vezes, não há muito que se fazer.
A atenção básica é a porta de entrada para medir a necessidade daquele paciente, prevenindo doenças que podem sequer aparecer se o atendido for orientado a ter novos hábitos, ou a ação rápida para doenças que ainda estão em estágio inicial.
Ocorre que nem sempre é dada a devida atenção à atenção básica, por falta de politicas publicas, ou por falta de orientação e vontade da família em atender os agentes de promoção da saúde.
Pensando nisso, precisamos mudar os pré-conceitos e entender que a atenção básica é o cuidado inicial que todos devemos ter, pois um dia, certamente, estaremos precisando de atendimento médico, mas se já nos prevenirmos, as consequências podem ser adiadas.
Assim, o trabalhos dos postos de saúde e dos agentes comunitários são de suma importância para mapear a saúde, e como gestão, atacar as mazelas de forma organizada, proporcionando as famílias maior conforte e qualidade de vida.
Cuidados básicos podem mudar a rotina de hospitais, gerando assim, menos recursos em tratamentos e mais em prevenção.
O melhor cuidado é a prevenção, e para isso precisamos valorizar a saúde através da atenção básica, promovendo um olhar mais humanizado no início, para que o fim seja retardado.
 

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