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Está Negativado Indevidamente?

Negativação Indevida:saiba como proceder

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Você já foi surpreendido com a informação que estaria com o "nome sujo", por causa de uma dívida que você não conhece?

Você já recebeu alguma cobrança via telefone ou por carta, de alguma empresa que você nunca ouviu falar?

Já recebeu uma fatura de cartão de crédito com compras em lugares ou lojas que nunca esteve?

Foi informado pelo vendedor da loja que não poderia realizar o parcelamento de sua compra via crediário por estar supostamente inadimplente e o registro negativo em algum órgão de proteção ao crédito?

Com certeza, você ou algum parente, amigo ou pessoa próxima já se depararam com algumas das situações citadas acima.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informação de Defesa do Consumidor (Sindec), os Procons receberam 2,59 milhões de queixas em todo o Brasil em 2019.

Esses dados tendem a crescer, tendo em vista a possibilidade de utilização maior do e-comerce devido a pandemia do Covid 19 em 2020, e do uso desenfreado de de dados, que deveriam ser sigilo sob, dos milhões de consumidores no território nacional.

Quando isso acontece, o primeiro instinto é se debruçar nos pensamentos e achar que realmente pode haver alguma possibilidade de ser o devedor em questão.

Após o estalo, é perceber que se encontra nesses milhões de brasileiros que, de alguma forma, tem seus nomes negativados por dívidas que não contraíram. 

Nesses casos a primeira recomendação é, caso seja possível, contatar o suposto credor e tentar, de forma administrativa a resolução do problema, para ter, novamente, o nome limpo.

Caso não seja possível, ou a tentativa ser frustrada pela incompetência do serviço de atendimento da empresa, o segundo passo é buscar o órgão de defesa do consumidor em sua cidade, para que, assim, possa intermediar a situação e tentar, junto ao suposto credor a resolução.

Caso ainda assim, não surta efeito os contatos administrativos, a alternativa é a via judicial, podendo, dependendo do caso, buscar a tutela do Estado nos juizados especiais cíveis, onde, se a causa versar sobre valores menores que 20 salários mínimos, pode ingressar com o pedido até mesmo sem a representação de um advogado. 

Mas, cuidado, se não souber o que vai pedir, e geralmente a maioria das pessoas não conhecem os direitos que têm, procure sempre um profissional de sua confiança e ingresse com o pedido judicial, que deve versar sobre a possibilidade de se reconhecer a inexistência do referido débito, além de se pleitear uma indenização pelos danos matérias (se houver) e pelos danos morais sofridos.

Mas fiquem atentos, caso tenham pago alguma dívida de cartão de crédito, parcelamento de água, luz, telefone, dentre outros, guardem os comprovantes, por, no mínimo, 5 anos, que é o prazo que o credor tem para intentar com uma ação de cobrança para pleitear o seu crédito. 

Uma dica interessante também é sempre manter seus dados atualizados nas lojas, bancos ou instituições que sempre tem relação jurídica, para evitar possíveis fraudes. 

Cuidado ainda ao disponibilizarem seus dados em redes sociais e sites, pois isso facilita a ação de bandidos que utilizam esses dados para forjarem compras e créditos geralmente em lojas virtuais.

Outra dica importante, principalmente para aqueles que perderam ou tiveram documentos furtados é registrarem uma ocorrência na polícia para, caso seja necessário, terem uma comprovação que supostamente estão sendo vítimas de fraude.

Espero que tenha ajudado, e lembram-se: caso tenham seu nome negativado indevidamente, busquem seus direitos.

Grande abraço e até a próxima.

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Está Negativado Indevidamente?

Você já foi surpreendido com a informação que estaria com o "nome sujo", por causa de uma dívida que você não conhece?

Você já recebeu alguma cobrança via telefone ou por carta, de alguma empresa que você nunca ouviu falar?

Já recebeu uma fatura de cartão de crédito com compras em lugares ou lojas que nunca esteve?

Foi informado pelo vendedor da loja que não poderia realizar o parcelamento de sua compra via crediário por estar supostamente inadimplente e o registro negativo em algum órgão de proteção ao crédito?

Com certeza, você ou algum parente, amigo ou pessoa próxima já se depararam com algumas das situações citadas acima.

Segundo dados do Sistema Nacional de Informação de Defesa do Consumidor (Sindec), os Procons receberam 2,59 milhões de queixas em todo o Brasil em 2019.

Esses dados tendem a crescer, tendo em vista a possibilidade de utilização maior do e-comerce devido a pandemia do Covid 19 em 2020, e do uso desenfreado de de dados, que deveriam ser sigilo sob, dos milhões de consumidores no território nacional.

Quando isso acontece, o primeiro instinto é se debruçar nos pensamentos e achar que realmente pode haver alguma possibilidade de ser o devedor em questão.

Após o estalo, é perceber que se encontra nesses milhões de brasileiros que, de alguma forma, tem seus nomes negativados por dívidas que não contraíram. 

Nesses casos a primeira recomendação é, caso seja possível, contatar o suposto credor e tentar, de forma administrativa a resolução do problema, para ter, novamente, o nome limpo.

Caso não seja possível, ou a tentativa ser frustrada pela incompetência do serviço de atendimento da empresa, o segundo passo é buscar o órgão de defesa do consumidor em sua cidade, para que, assim, possa intermediar a situação e tentar, junto ao suposto credor a resolução.

Caso ainda assim, não surta efeito os contatos administrativos, a alternativa é a via judicial, podendo, dependendo do caso, buscar a tutela do Estado nos juizados especiais cíveis, onde, se a causa versar sobre valores menores que 20 salários mínimos, pode ingressar com o pedido até mesmo sem a representação de um advogado. 

Mas, cuidado, se não souber o que vai pedir, e geralmente a maioria das pessoas não conhecem os direitos que têm, procure sempre um profissional de sua confiança e ingresse com o pedido judicial, que deve versar sobre a possibilidade de se reconhecer a inexistência do referido débito, além de se pleitear uma indenização pelos danos matérias (se houver) e pelos danos morais sofridos.

Mas fiquem atentos, caso tenham pago alguma dívida de cartão de crédito, parcelamento de água, luz, telefone, dentre outros, guardem os comprovantes, por, no mínimo, 5 anos, que é o prazo que o credor tem para intentar com uma ação de cobrança para pleitear o seu crédito. 

Uma dica interessante também é sempre manter seus dados atualizados nas lojas, bancos ou instituições que sempre tem relação jurídica, para evitar possíveis fraudes. 

Cuidado ainda ao disponibilizarem seus dados em redes sociais e sites, pois isso facilita a ação de bandidos que utilizam esses dados para forjarem compras e créditos geralmente em lojas virtuais.

Outra dica importante, principalmente para aqueles que perderam ou tiveram documentos furtados é registrarem uma ocorrência na polícia para, caso seja necessário, terem uma comprovação que supostamente estão sendo vítimas de fraude.

Espero que tenha ajudado, e lembram-se: caso tenham seu nome negativado indevidamente, busquem seus direitos.

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