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Nova lei cria sistema para promover universalização de bibliotecas escolares

Biblioteca passa a ser considerado equipamento cultural obrigatório e necessário ao desenvolvimento do processo educativo

Nova lei cria sistema para promover universalização de bibliotecas escolares
Roque de Sá/Agência Senado
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Roque de Sá/Agência Senado
Sistema deverá estabelecer acervo mínimo de livros em bibliotecas escolares

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.837/24, que cria o Sistema Nacional de Bibliotecas Escolares (SNBE), com o objetivo de promover a universalização de bibliotecas na rede pública de ensino. Entre outras funções, caberá ao SNBE:

estabelecer um acervo mínimo de livros e de materiais de ensino nas bibliotecas escolares, com base no número de alunos de cada escola; incentivar a implantação de bibliotecas em todas as instituições de ensino do País; promover a melhoria da atual rede de bibliotecas escolares; e implementar uma política de acervo para as bibliotecas escolares.

Biblioteca escolar passa a ser “equipamento cultural obrigatório e necessário ao desenvolvimento do processo educativo”, com o propósito de democratizar o conhecimento, promover a leitura e a escrita, e proporcionar lazer à comunidade.

A Lei 14.837/24 tem origem em projeto (PL 5656/19) da deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado.

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Segundo a deputada, o Censo Escolar de 2023 apontou que apenas 55% das escolas possuem biblioteca. A meta é chegar a 100% delas até 2028. “A lei procura resgatar o livro, a cultura e as bibliotecas de todos os munícipios do Brasil”, disse Laura Carneiro.

Veto Lula vetou o trecho da lei que previa sanção para o estado ou município descumprisse as novas regras. Na mensagem de veto enviada ao Congresso Nacional, ele argumentou que o objetivo da lei “depende de esforços progressivos conjuntos dos entes federativos, em regime de colaboração”.

Disse ainda que a redação do dispositivo vetado poderia gerar insegurança quanto à autoridade competente para a definição e a aplicação das sanções. O veto será analisado agora pelo Congresso, em sessão a ser marcada.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Câmara Notícias
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